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Flipelô 2026 bate recorde de público e leva mais de 330 mil pessoas ao Centro Histórico de Salvador

10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho homenageou Myriam Fraga e Calasans Neto, reuniu mais de 500 escritores e consolidou Salvador como um dos principais destinos literários do país

A 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) entrou para a história. Realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, a festa levou mais de 330 mil pessoas ao Centro Histórico de Salvador ao longo de cinco dias de programação gratuita, registrando o maior público desde sua criação e consolidando-se como um dos mais importantes eventos literários do Brasil.

Em uma edição marcada pela celebração dos 40 anos da Fundação Casa de Jorge Amado, a Flipelô homenageou a escritora Myriam Fraga, poeta, jornalista e gestora cultural que idealizou a festa literária, homenagem que se estendeu ao artista plástico, gravador e ilustrador Calasans Neto, grande amigo de Myriam e responsável pelas ilustrações de diversas de suas obras.

Para Angela Fraga, presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, o resultado da edição reflete a força da literatura e o carinho do público pela festa.

“Realizamos uma edição histórica. Celebramos os dez anos da Flipelô e os 40 anos da Fundação Casa de Jorge Amado vendo o Pelourinho tomado por leitores, estudantes, escritores, artistas e famílias. A homenagem a Myriam Fraga e Calasans Neto emocionou o público e reafirmou o compromisso da festa com a literatura, a cultura e a democratização do acesso ao livro. A Flipelô é uma construção coletiva que pertence ao Centro Histórico, à Bahia e ao Brasil.”

Ao longo da programação, a Flipelô reuniu mais de 500 escritores brasileiros e nove convidados internacionais, representantes de cinco países — Estados Unidos, Portugal, Angola, Espanha e Sri Lanka — fortalecendo sua vocação para o diálogo entre diferentes culturas e tradições literárias.

Entre os convidados estiveram alguns dos principais nomes da literatura contemporânea, como Carla Madeira, Ana Maria Gonçalves, Aline Bei, Aline Motta, Eliana Alves Cruz, Bárbara Carine, Milton Hatoum, Tiganá Santana, Gregório Duvivier e Bráulio Bessa, além de centenas de autores baianos que ocuparam os diversos espaços da programação.

A valorização da produção literária baiana e independente permaneceu como uma das marcas da festa. A Casa das Editoras Baianas, a Varanda dos Expositores da Vila Literária, a Varanda dos Expositores do Espaço Infantil Mabel Velloso, o Espaço das Editoras Universitárias e o Espaço Palavra Borboleta – Ocupa Pelô Literário reuniram escritores, editoras e coletivos de diferentes regiões do estado, fortalecendo a bibliodiversidade e ampliando o acesso do público à produção local.

Homenagens a Myriam Fraga ocuparam todo o Pelourinho
A presença da escritora homenageada foi sentida em diferentes linguagens e espaços da cidade. Quatro exposições celebraram sua trajetória e seu legado: Amados Olhares, Fragmentos: uma homenagem a Myriam Fraga, Caixas de Afeto para Myriam – Um tributo a Myriam Fraga e Myriam Fraga: o tempo e a memória.

A literatura também dialogou com a gastronomia. A tradicional Rota Gastronômica Amados Sabores teve como tema “A Poesia de Myriam Fraga”, reunindo 46 restaurantes que criaram pratos e sobremesas inspirados em títulos de poemas da escritora.

Outro destaque foi a Rota dos Museus, que garantiu acesso gratuito à Fundação Casa de Jorge Amado, Museu da Misericórdia, Museu do Mar Aleixo Belov, Casa do Benin, MUNCAB, Museu Eugênio Teixeira Leal e Casa do Carnaval. O interesse do público foi tão grande que filas foram registradas em diversos momentos para visitação à Fundação Casa de Jorge Amado e ao Museu da Misericórdia.

Literatura para todos
A acessibilidade voltou a ocupar papel central na programação da Flipelô. Além do Espaço Acessibilidade, instalado no Terreiro de Jesus, ações voltadas à inclusão estiveram presentes em todos os espaços da festa.

Pessoas com deficiência participaram não apenas como público, mas também como profissionais da equipe de produção, artistas, debatedores e convidados das mesas literárias, reafirmando o compromisso da Flipelô com uma cultura acessível e inclusiva.

No Terreiro de Jesus também funcionaram a tradicional Feira da Sé e o Espaço Sustentabilidade, dedicado a debates e atividades relacionadas à preservação ambiental e aos desafios contemporâneos ligados ao meio ambiente.

Escolas, infância e formação de leitores
Dezenas de escolas públicas e privadas participaram da programação da Flipelô. Os grupos que visitaram a Fundação Casa de Jorge Amado receberam gratuitamente o Conjunto Pedagógico, material especialmente elaborado para auxiliar professores e estudantes no trabalho com a obra de Zélia Gattai e Jorge Amado em sala de aula.

As crianças também tiveram uma programação especialmente dedicada a elas no Espaço Infantil Mabel Velloso, que encantou o público com uma ambientação inspirada no mar e baseada nas ilustrações do livro infantil inédito de Myriam Fraga, “Tem cardume no meu aquário”, lançado durante a festa.

As ilustrações da obra e toda a concepção visual do espaço foram assinadas pelo designer Leo Dantas, responsável também pela identidade visual da 10ª edição da Flipelô.

Música, cultura popular e ocupação do Centro Histórico
A programação artística ocupou largos, praças, ruas e equipamentos culturais de todo o Centro Histórico. Além do Palco Flipelô, instalado no Largo do Pelourinho, atividades aconteceram no Cruzeiro de São Francisco, na Praça da Sé e em dezenas de espaços parceiros que integraram a programação da Flipelô Mais.

Grupos culturais do Pelourinho estiveram presentes ao longo dos cinco dias, reforçando a conexão da festa com a comunidade local e com as manifestações culturais do território.

No Palco Flipelô passaram artistas como Belô Velloso, responsável pelo emocionante espetáculo de abertura; Chico Chico, que levou grande público ao Largo do Pelourinho; o espetáculo Gira Mundo; Ana Mametto; e As Ganhadeiras de Itapuã, que encerraram a edição com uma apresentação marcada pela celebração da cultura popular baiana e pela homenagem a Calasans Neto.

Um legado que permanece no território
Mais do que os números alcançados durante cinco dias de programação, a Flipelô deixa um legado permanente para o Centro Histórico de Salvador. A festa fortalece a Fundação Casa de Jorge Amado, impulsiona a visitação aos museus e equipamentos culturais da região, movimenta a economia local e reafirma o Pelourinho como um dos mais importantes territórios culturais do país.

A criação da Fundação Casa de Jorge Amado, há 40 anos, foi decisiva para o processo de revitalização do Centro Histórico. Desde então, a instituição mantém suas portas abertas ao público durante todo o ano, promovendo atividades culturais, educativas e de preservação da memória literária brasileira. A Flipelô nasce desse trabalho permanente e amplia seu alcance ao transformar o Pelourinho em um grande palco para a literatura, as artes e os encontros entre diferentes gerações.

Para Angela Fraga, o maior resultado da Flipelô não pode ser medido apenas pelos números de público.

“A Flipelô tem uma característica muito especial. Ela não nasceu para gerar lucro, nasceu para fortalecer um território, uma instituição cultural e uma comunidade. Nosso maior patrimônio não é o número de visitantes, embora ele nos encha de alegria. Nosso maior patrimônio é ver a Fundação Casa de Jorge Amado fortalecida, os museus cheios, os espaços culturais movimentados, os comerciantes trabalhando, os artistas se apresentando e o Pelourinho reafirmando sua vocação como um dos grandes centros culturais do Brasil.”

“A Fundação Casa de Jorge Amado foi criada para preservar um legado literário, mas também para ajudar a manter viva a chama cultural do Centro Histórico. A Flipelô é uma extensão dessa missão. Diferentemente de muitos eventos, ela é realizada por uma instituição cultural viva, que funciona durante todo o ano, recebe visitantes de segunda a sábado e desenvolve ações permanentes de formação, preservação e incentivo à leitura. Tudo o que construímos durante a festa permanece depois que os palcos são desmontados.”

“A Flipelô só alcançou essa dimensão porque foi abraçada pela comunidade. Ela é construída coletivamente por moradores, instituições, artistas, comerciantes, escolas, museus e parceiros culturais. É uma festa que pertence ao Pelourinho e que cresce junto com ele. Essa relação de pertencimento é uma das razões do seu sucesso e da sua autenticidade.”

Com programação integralmente gratuita, a Flipelô consolidou ao longo de dez anos uma marca que a distingue entre os grandes eventos literários do país. Enquanto parte das festas literárias brasileiras cobra ingressos para o acesso a mesas, conferências e atividades especiais, a Flipelô mantém todos os seus espaços abertos ao público. A decisão reflete a compreensão de que a literatura deve ser acessível a todos e reafirma o compromisso da Fundação Casa de Jorge Amado com a democratização da cultura, a formação de leitores e a valorização do Pelourinho como território vivo de produção e difusão cultural.

Ao completar dez anos, a Flipelô reafirma sua vocação de transformar o Centro Histórico de Salvador em um grande território de literatura, arte, memória e encontro. Mais do que uma festa literária, o evento se consolida como um projeto permanente de valorização cultural, fortalecimento institucional e desenvolvimento do Pelourinho, tendo a Fundação Casa de Jorge Amado como sua principal articuladora. Os mais de 330 mil visitantes da edição de 2026 demonstram que literatura, inclusão, memória e acesso gratuito à cultura podem caminhar juntos e mobilizar uma cidade inteira em torno da palavra.

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Na 10ª edição da Flipelô, SOLOS destaca um ano do projeto RODA com ações de sustentabilidade

Espaço RODA de Sustentabilidade retorna à Festa Literária Internacional do Pelourinho com programação gratuita que une educação ambiental e economia circular 

A SOLOS, startup de impacto especializada em economia circular, marca presença pela 3ª vez na Flipelô – Festa Literária Internacional do Pelourinho, que celebra sua 10ª edição entre os dias 5 e 9 de agosto de 2026, no Centro Histórico de Salvador. Nesta edição, a empresa volta a comandar o Espaço RODA de Sustentabilidade, ambiente dedicado a aproximar o público de práticas de reciclagem, consumo consciente e economia circular por meio de experiências interativas e ações de educação ambiental. 

A participação acontece em um momento simbólico para o projeto RODA | A reciclagem na sua porta, que completou um ano de operação em 28 de julho, consolidando-se como uma iniciativa pioneira de coleta seletiva porta a porta em Salvador. Desenvolvido pela SOLOS em parceria com a Prefeitura de Salvador, por meio da Secretaria de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-estar e Proteção Animal (SECIS) e da Limpurb, além do programa internacional Urban Ocean, da Resilient Cities Network, o projeto vem ampliando o acesso à reciclagem por meio de um sistema inovador de agendamento online e coleta realizada com veículo elétrico de emissão zero.

Mais do que celebrar esse marco, a presença da SOLOS na Flipelô reforça o papel da cultura como ferramenta para estimular mudanças de comportamento e incentivar práticas sustentáveis. Durante os cinco dias do evento, visitantes de todas as idades poderão participar de atividades gratuitas que mostram, de forma prática e interativa, como pequenas atitudes podem gerar impactos positivos para a cidade. Além disso, a startup apoiará a gestão dos resíduos gerados durante o festival, contribuindo para que os materiais recicláveis recebam a destinação correta por meio da Cooperativa de Reciclagem União

A Flipelô é um espaço que inspira reflexão, troca de conhecimento e transformação, valores que também fazem parte da missão da SOLOS. Estar mais uma vez no evento, com o Espaço RODA de Sustentabilidade, no momento em que o RODA completa seu primeiro ano de operação, torna esta edição ainda mais significativa para nós. É uma oportunidade de mostrar como a economia circular já vem gerando resultados concretos em Salvador e de aproximar esse tema do público de forma leve, prática e acessível, mostrando que pequenas atitudes podem gerar grandes impactos para a cidade e para o meio ambiente“, destaca Saville Alves, fundadora da SOLOS. 

Programação convida público a vivenciar a sustentabilidade 

Durante os cinco dias da Flipelô, o Espaço RODA de Sustentabilidade oferecerá uma programação gratuita voltada à educação ambiental e à economia circular. Entre as atrações estão a exposição “O Descarte Correto Transforma”, que apresenta de forma interativa o percurso dos resíduos e as possibilidades de transformação a partir do descarte adequado. Além da campanha “Livro Velho, Descarte Correto”, incentivando a destinação adequada de livros didáticos desatualizados, apostilas, revistas, jornais e outros materiais impressos, que serão encaminhados à Cooperativa de Reciclagem União (CRUN), por meio do projeto RODA.

Uma das ações do Espaço RODA de Sustentabilidade vai possibilitar que quem levar um livro usado volte para casa com uma muda, uma forma simples e simbólica de mostrar que conhecimento e sustentabilidade caminham juntos. Queremos incentivar a população a dar um destino ambientalmente correto aos materiais impressos e, ao mesmo tempo, estimular o plantio de novas árvores. Será disponibilizada uma muda para cada livro entregue, reforçando que pequenas atitudes podem gerar grandes transformações para a cidade e para o meio ambiente. A Flipelô é o cenário ideal para unir cultura, educação ambiental e cidadania em uma experiência que inspira as pessoas a fazerem parte dessa mudança“, afirma Ivan Euler, secretário de Sustentabilidade, Resiliência, Bem-estar e Proteção Animal (Secis). 

Complementam a programação jogos educativos, oficinas sustentáveis e rodas de conversa sobre sustentabilidade urbana e economia circular, que reunirão o público a representantes do poder público, especialistas e lideranças da reciclagem para debater soluções voltadas ao desenvolvimento socioambiental. Entre os destaques estão duas rodas de conversa, a primeira que marca um ano de operação do projeto RODA, e uma segunda dedicada aos impactos da crise climática e ao papel da economia circular na construção de cidades mais resilientes. 

Realizada pela Fundação Casa de Jorge Amado, a Flipelô consolidou-se como um dos maiores encontros dedicados à literatura e à cultura no Brasil. Ao longo de cinco dias, o Centro Histórico de Salvador recebe uma programação gratuita que reúne literatura, música, arte, patrimônio e diversas manifestações culturais, atraindo milhares de visitantes e movimentando a economia local. 

Serviço

Espaço RODA de Sustentabilidade na Flipelô 2026

Data: 5 a 9 de agosto de 2026

Horário: Programação gratuita durante o evento.

Local: Centro Histórico de Salvador – Pelourinho, Salvador (BA).

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Música e solidariedade se unem em concerto do Coral Ecumênico da Bahia na Flipelô

Com a proposta de promover o encontro entre diferentes crenças e culturas através da música, o Coral Ecumênico da Bahia (CEB) se apresenta no dia 8 de agosto, às 18h, na Igreja do Rosário dos Homens Pretos, durante a Festa Literária Internacional do Pelourinho – FLIPELÔ. Sob a regência do maestro Angelo Rafael Fonseca, acompanhado pelo pianista Bruno Nunesmaia, o coral apresentará um repertório que celebra a diversidade cultural e de estilos brasileiros e universais. A entrada é gratuita, mas o público é convidado a contribuir com a doação de alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal. Todo o material arrecadado será destinado à Instituição de Caridade Lar Frei Lucas de Moraes, entidade que acolhe idosos carentes com deficiência, acima de 60 anos, em regime de semi-internato e em situação de vulnerabilidade social, em Salvador.

“Nosso objetivo com este concerto é unir música, solidariedade e acolhimento. Cantar na FLIPELÔ, um espaço tão simbólico da cultura baiana, e poder contribuir com o Lar Frei Lucas dá ainda mais sentido à nossa arte”, destaca o maestro, diretor artístico do CEB. Para a instituição beneficiada, a iniciativa chega em momento importante. “A doação de itens de higiene faz uma diferença enorme no nosso dia a dia. Cada produto recebido representa cuidado, dignidade e carinho para os nossos idosos. Ser lembrado por um grupo como o Coral Ecumênico da Bahia nos enche de gratidão”, afirma Frei Florisvaldo Santos, fundador do Lar Frei Lucas de Moraes.

Um dos destaques da apresentação será a estreia de dois novos arranjos assinados por Hélder Leite: “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, e “Ave Maria”, de Heitor Villa-Lobos. As versões foram especialmente concebidas para a formação do coral e prometem emocionar o público. Fundado em 2013 pelo pastor Djalma Torres e pelo maestro Angelo Rafael Fonseca, o Coral Ecumênico da Bahia reúne atualmente 52 integrantes voluntários, entre religiosos e não religiosos. Seu repertório contempla obras inspiradas em tradições africanas, católicas, evangélicas, hinduístas, judaicas e de outras matrizes culturais, reafirmando o compromisso do grupo com a promoção da diversidade, da cultura e dos direitos humanos.

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Edição Especial da Série Lunar na Flipelô 2026

O projeto “Série Lunar” inaugura a participação da Associação Bahiana de Imprensa (ABI) na Festa Literária do Pelourinho, a Flipelô, com uma edição especial na quinta-feira, 6/8, 19h, no Auditório Samuel Celestino (no oitavo andar do prédio da ABI), na Praça da Sé.

Com repertório variado, a “Série Lunar Especial Flipelô 2026” acontece com o duo “Arcoar”, formado por Geisiane Ramos (violino) e Kayandra Araújo (violão); o duo de violões “Araújo Reis” (Kayandra Araújo e Zezinho Reis) e apresentações de violão solo com Alexandre Adami, Zezinho Reis, Juan Portugal e Mateus Bacelar. Todos são alunos da Escola de Música da UFBA (Emus).

O programa a ser apresentado transita entre o universo da música erudita e popular, revelando personalidade musical por meio de um repertório que combina tradição e modernidade. O recital terá obras de compositores como Villa-Lobos, Joaquim Rodrigo, Agustin Barrios e Leo Brower, bem como chorinhos e obras autorais.

A “Série Lunar” une música, cultura e memória no Centro Histórico de Salvador. O projeto proporciona desde 2019 concertos com professores, servidores do corpo técnico-administrativo e alunos vinculados à Emus/UFBA. Desde 2024, a iniciativa conta com o apoio de empresas e instituições comprometidas com cultura e educação.

O evento é apoiado pela Associação Cultural Brasil-Estados Unidos (ACBEU), uma das entidades incentivadoras da “Série Lunar”.

Sobre os músicos
Geisiane Ramos é natural de Salvador. Bacharel em Violino pela UFBA, iniciou seus estudos em um projeto social de orquestra juvenil na periferia de Salvador. Fez parte do Neojibá e teve aulas com grandes músicos como Richard Young, Emanuelle Baldini, Markus Däunert, Ga Hyun Cho e Rüdiger Libermann. Também se dedica a ampliar as suas experiências com a música popular brasileira, tendo participado de projetos com artistas como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Claudia Leite, Armandinho, Xênia França e Lorenza Pozza.

Kayandra Araújo nasceu em Ipiaú (BA), em 1997, é licenciada em Música pela Universidade Católica do Salvador e bacharelanda em Violão Erudito pela Universidade Federal da Bahia, sob orientação do Prof. Dr. Mario Ulloa. Atualmente, integra a Orquestra de Violões da UFBA e o duo Araújo Reis. Recentemente, participou do XXI Festival Internacional de Música de Santa Catarina, na classe do violonista italiano Emanuele Segre.

Alexandre Adami é natural de Salvador, violonista e professor de violão. Iniciou seus estudos na música de forma autodidata através da guitarra elétrica e do piano. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Juan Machado Portugal é violonista graduando em Instrumento – Violão na Universidade Federal da Bahia, sendo orientado pelo Dr. Mário Ulloa. Atuando na área de pesquisa, foi bolsista de dois projetos de pesquisa, ambos com bolsa financiada pela UFBA e com orientação do Dr. Ricardo Camponogara de Mello – projetos que trouxeram experiências de edição e transcrição de partituras. Enquanto intérprete, Juan participou de masterclass em eventos internacionais e nacionais, e faz parte da Orquestra de Violões da UFBA, com a qual já se apresentou em festivais internacionais e gravou um single publicado nas plataformas digita

O violonista Mateus Bacelar é natural de Alagoinhas (BA) e iniciou seus estudos na música de forma autodidata. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Zezinho Reis é violonista, educador e arranjador. É doutorando em Educação Musical pela UFBA, mestre em Performance e bacharel em Violão Erudito na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa Ulloa, além de licenciado pela UCSAL. Aperfeiçoou-se com mestres como Turíbio Santos e Fábio Zanon. Com apresentações no Brasil e na Europa Central, atuou como solista, acompanhador e arranjador em diversas formações. Atualmente, é Coordenador do Núcleo de Cordas Dedilhadas do projeto NEOJIBA e Coach na Academy for Impact Through Music (AIM), focado em transformação social pela música.

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Projeto #CirculeUmLivro participa da Flipelô 2026

Pela terceira vez consecutiva, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) leva o projeto #CirculeUmLivro – fruto da parceria com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) – para a Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) que acontece de 6 a 9/8 no Centro Histórico de Salvador. O objetivo é promover a troca gratuita de livros, estimulando o conhecimento, a leitura e a consciência cidadã, além de incentivar a economia circular e a compreensão de que o papel é um material sustentável.

Em cada edição anterior da Flipelô, mais de 500 livros foram circulados de forma gratuita e este ano, novamente, o projeto estará no Espaço Sustentabilidade (Terreiro de Jesus) juntamente com os parceiros da Associação Bahiana de Imprensa, Via Cidadã e da startup Solos, participando de uma série de programações realizadas durante os quatro dias de evento.

De caráter permanente, o projeto conta com a parceria de diversas instituições para arrecadar e circular livros paradidáticos (veja abaixo os pontos fixos). A ideia é realizar a troca de exemplares de diversos gêneros para que as pessoas possam retirar um livro gratuitamente e que também deixem outro no lugar para o próximo em um dos pontos disponibilizados. Além disso, o projeto também é realizado em lugares públicos, como em shoppings, estações de metrô ou ônibus e praças.

“Mais de quinhentos livros foram circulados de forma gratuita na Flipelô 2024 e 2025 através do projeto #CirculeUmLivro e, diante desse resultado, estamos repetindo a parceria. Além disso, as organizações têm sido cobradas para gerar impacto socioambiental. A adição de práticas, como esta (entre outras) que implementamos na Flipelô, vem confluir com a certeza de que objetivamente estaremos incentivando a sustentabilidade e dando um passo importante para construir uma geração de indivíduos engajados com a preservação da natureza”, declarou Angela Fraga, diretora-executiva da Flipelô.

“O #CirculeUmLivro é um projeto que une cultura, sustentabilidade e conhecimento. O papel tem um ciclo de vida sustentável, desde sua produção a partir de árvores cultivadas até o pós-uso, sendo reciclável e biodegradável. Incentivar a circulação de livros fortalece essa cadeia, ao mesmo tempo que promove o hábito da leitura”, destaca Paulo Hartung, presidente da Ibá.

“Papel é artigo de primeira necessidade: usamos o dia inteiro, de diversas formas, e um dos usos mais importantes é o papel usado na produção de livros. É ali que gravamos e compartilhamos conhecimento. Uma ação como o #CirculeUmLivro que estimula a economia circular e divulga mais informações sobre o trabalho do setor florestal, vem em boa hora para que mais pessoas falem sobre sustentabilidade e conheçam esse segmento que é tão importante para a sociedade”, informa o diretor-executivo da ABAF, Wilson Andrade.

As florestas plantadas fazem parte do dia a dia das pessoas, fornecendo matéria-prima sustentável que dá origem a cerca de 5 mil produtos que utilizamos no cotidiano. “Os plantios florestais são feitos em áreas antropizadas, com zero desmatamento. Ao contrário, para cada hectare de produção, o setor preserva 0,7 hectare, contingente bem superior ao exigido pelo Código Florestal. Nossa meta é, para cada hectare plantado, nossas associadas manterem mais um hectare conservado. Esse é um número bastante expressivo para reforçar a mensagem de que somos um setor preocupado com o meio ambiente, com as pessoas e com o futuro. E, mais do que isso, somos parte da solução para um mundo mais sustentável”, declara o presidente da ABAF, Fernando Branco.

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Casa das Editoras Baianas transforma Solar Ferrão em vitrine da bibliodiversidade baiana na Flipelô 2026

Espaço oficial da 10ª Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho), a Casa das Editoras Baianas traz debates, lançamentos, autógrafos, slam e sarau

Quem deseja conhecer a riqueza da literatura produzida na Bahia terá um ponto de encontro imprescindível durante a Flipelô 2026. Entre os dias 6 e 9 de agosto, a Casa das Editoras Baianas ocupa a galeria do Solar Ferrão, no coração do Pelourinho, reunindo onze editoras independentes em um espaço dedicado aos livros, aos encontros e à bibliodiversidade. A programação completa pode ser consultada no site oficial da Flipelô.

A Casa consolida uma iniciativa coletiva que fortalece o mercado editorial baiano e aproxima leitores das pessoas que fazem os livros acontecerem. Participam desta edição as editoras Arpillera, Caramurê, Cogito, FutucaCuca, Mondrongo, Paralelo13S, P55, Segundo Selo, Solisluna, Usina de Textos e Villa Olívia, levando ao público um catálogo diverso que contempla poesia, romance, literatura infantil, ensaio, obras acadêmicas, narrativas contemporâneas e publicações voltadas para diferentes públicos e experiências de leitura.

Além da feira de livros, o espaço contará com uma programação gratuita que inclui mesas de debate sobre temas atuais do mercado editorial, lançamentos, sessões de autógrafos e encontros com autoras, autores e editoras. Entre os destaques estão as mesas literárias e o já tradicional Sarau Coletivo, reunindo poetas das editoras participantes em uma celebração que é um dos momentos mais aguardados pelo público.

A Casa das Editoras Baianas se tornou um ambiente de convivência entre os apreciadores de boas histórias, além de um espaço de comercialização de livros. Ali, é possível conhecer de perto quem produz literatura na Bahia, descobrir novos nomes, conversar sobre processos editoriais e encontrar obras que ampliam o repertório da literatura brasileira contemporânea.

Localizada na galeria do Solar Ferrão, compondo os espaços da Flipelô, a Casa convida o público a percorrer a diversidade da produção editorial independente baiana e a descobrir que a literatura feita no estado é plural, inventiva e está em constante movimento.

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Flipelô anuncia Ana Mametto no Palco Flipelô com o espetáculo “Saudação”

A cantora e escritora Ana Mametto é a mais nova atração confirmada na programação da 10ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô). A artista sobe ao Palco Flipelô no sábado, às 19h, com o espetáculo “Saudação”, um show que celebra a ancestralidade, a memória e as matrizes culturais que moldam a identidade brasileira.

A apresentação amplia o diálogo entre literatura e música, uma das marcas da Flipelô, que nesta edição comemorativa reúne escritores, artistas e pensadores em uma programação dedicada à celebração da cultura brasileira em suas múltiplas linguagens.

Para a presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, Ângela Fraga, a presença de Ana Mametto fortalece esse encontro entre diferentes expressões artísticas.

“É com muita alegria que anunciamos a participação de Ana Mametto na programação da 10ª Flipelô. Sua presença representa um encontro entre a literatura e a música, duas expressões artísticas que dialogam profundamente com a identidade cultural da Bahia. O espetáculo Saudação celebra a ancestralidade, a memória e a força das nossas tradições, valores que também fazem parte da essência da Flipelô. Tenho certeza de que será um momento de grande emoção para o público, reforçando o compromisso da Fundação Casa de Jorge Amado em promover uma programação plural, sensível e conectada com a riqueza da nossa cultura.”

Idealizado por Ana Mametto, o espetáculo propõe uma experiência sensorial em que música, memória e identidade se entrelaçam. O repertório percorre referências fundamentais da cultura brasileira, homenageando Os Tincoãs, Dorival Caymmi, os Afro-Sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, além de Clara Nunes, em uma celebração da herança afro-brasileira.

“Saudação é um espetáculo que nasce do desejo de contar a nossa história. É um encontro com o nosso povo, com a memória dos nossos ancestrais e com as influências musicais que moldaram a minha trajetória como mulher e artista”, afirma Ana Mametto.

A artista destaca que participar da Flipelô possui um significado especial: “Estar na Flipelô tem um significado muito especial. É a oportunidade de compartilhar essa narrativa de forma sensorial, onde o público canta, dança, se emociona e, ao mesmo tempo, é convidado a refletir sobre a força das nossas raízes e da nossa identidade.”

Segundo Ana Mametto, a apresentação é também uma homenagem às referências que marcaram sua formação artística: “Os Tincoãs, Dorival Caymmi, os Afro-Sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, e Clara Nunes compõem a trilha sonora dessa construção de memórias, que celebra a herança cultural que nos atravessa e nos fortalece.”

Feliz com o convite, a cantora conclui: “Estou profundamente feliz e emocionada por dividir esse sonho e essa magia com o público da Flipelô. Axé! E Saudação à nossa ancestralidade.”

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Paulo Serra celebra 50 anos do personagem Mero em exposição gratuita na Flipelô

Mostra revisita cartuns, tirinhas e ilustrações que transformaram o humor em ferramenta de conscientização ambiental

Criado em 1976 pelo cartunista e ambientalista baiano Paulo Serra, o personagem Mero completa 50 anos em 2026 e será homenageado com a exposição “Mero, 50 anos de luta ecológica (1976–2026)”, que integra a programação da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) deste ano. A mostra será realizada entre os dias 5 e 9 de agosto, no Terreiro de Jesus, no Pelourinho, com visitação gratuita, das 10h às 17h.

Antes de expressões como “crise climática” e “sustentabilidade” ganharem espaço no debate público, Mero já utilizava o humor para denunciar problemas como a poluição, o descarte inadequado de resíduos, o esgotamento sanitário e a degradação ambiental. Com cartuns, tirinhas, livros, cartilhas e ilustrações produzidos ao longo das cinco décadas, a exposição revisita a trajetória do personagem e evidencia como a obra do artista permanece atual.

Com curadoria de Serra e do mandato do vereador e ambientalista André Fraga (PV), a exposição reúne duas trajetórias marcadas pelo compromisso com a defesa do meio ambiente.

Para Fraga, a homenagem reconhece a contribuição de um artista que transformou o humor em uma ferramenta de conscientização ambiental. “Paulo Serra mostrou, muito antes de essa pauta ganhar a dimensão que tem hoje, que a arte também é uma poderosa ferramenta de educação ambiental. Celebrar os 50 anos de Mero é reconhecer um legado que continua inspirando novas gerações”, afirma.

Como parte da programação, também será realizada uma roda de conversa entre o cartunista e o vereador no sábado, 08 de agosto, às 11h, no Espaço de Sustentabilidade, no Terreiro de Jesus, no Pelourinho. O encontro abordará o processo criativo e a atualidade das pautas ambientais presentes na obra.

Além de acompanhar a história do personagem, o público poderá conhecer outras criações, como Chapeuzinho Verde e Arlindo da Rua. E ao resumir a mensagem que espera compartilhar com os visitantes, Serra deixa um convite simples, mas que sintetiza as cinco décadas de trabalho: “Que a natureza seja sempre o melhor presente de sua vida.”

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“Onde Salvador floresce”: livro da editora P55 será lançado na Flipelô

Obra reúne 18 grandes nomes da literatura baiana em uma viagem por bairros de Salvador

A literatura e as artes visuais baianas ganham um capítulo importante com a chegada de “Onde Salvador floresce”, mais novo lançamento da P55 Edição. Organizada pelos autores Deco Lipe e Anderson Shon, a obra reúne a força criativa de 18 talentosos autores e artistas baianos, consolidando a pluralidade e a potência da produção cultural do estado.

A coletânea é composta por dez contos ambientados em diversos bairros da capital baiana. Cada história oferece ao leitor uma oportunidade de imergir na vida desses lugares, tanto por meio da narrativa escrita quanto pelas imagens criadas em torno dela. Mais do que uma homenagem à cidade, a publicação conta ainda com os maiores nomes da literatura baiana contemporânea. Esse verdadeiro time de multiartistas, entre escritores e ilustradores, é formado por: Alice Guedes, Amanda Soares, Ana Paula Bispo, Anderson Shon, Bibby Rocha, Breno Scofield, Bruno Bua, Bruno Santana, Chao Gizan, Daniel Cesart, Deco Lipe, Dyo, Hugo Canuto, Ian Fraser, João Mendes, Lorena Ribeiro, Richard Xavier e Roberta Gurriti.

O evento de lançamento acontecerá no domingo, dia 09 de agosto, às 15h, na Vila Literária da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô), localizada no Largo Tereza Batista, no Pelourinho, em Salvador (BA).

Deco Lipe, que assina a organização da antologia ao lado de Anderson Shon, diz que o processo de criação do livro foi, em si, um ato de afeto. “Reunir essas 18 pessoas e pensar nesse projeto é fazer florescer o amor pela nossa cidade. Temos artistas de diversos bairros e vivências, mostrando a nossa pluralidade na escrita, no traço e no afeto. É uma obra sobre as múltiplas formas de amar e de se relacionar com Salvador”, destaca.

Para o ilustrador Bruno Bua, um dos participantes do projeto, a experiência de retratar a cidade tem um significado especial que remete à sua juventude. “Descobrir bairros não é só aprender ruas e pontos de referência, é conhecer as pessoas e a vida circulando ali”, afirma. Ele destaca as peculiaridades de cada canto da capital, desde o pôr do sol de cinema até a praça com ares de interior. “Este livro é uma carta de amor a Salvador e depois de ler você vai ver Salvador com outros olhos e, melhor ainda, vai te levar a conhecer mais bairros e suas histórias de Salvador”, completa o artista.

A parceria com a P55 Edição reforça o compromisso do lançamento com a identidade literária baiana. À frente da editora, André Portugal celebra a sinergia entre a proposta do livro e a linha editorial da casa. “A cidade não é uma só, ela é múltipla. Ter esses grandes nomes dialogando em conjunto é entregar aos leitores um registro vivo e contemporâneo. O que mais me encanta na obra é como ela descentraliza o olhar, um movimento que pulsa a nossa vida real e que sempre esteve no DNA da P55”, conclui.

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Livro infantil inédito de Myriam Fraga será lançado na 10ª Flipelô

“Tem cardume no meu aquário” reúne poemas inéditos da escritora baiana, homenageada da edição, com ilustrações de Leo Dantas e publicação da Casa de Palavras

A poesia de Myriam Fraga ganhará novos leitores durante a 10ª edição da Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô). A festa literária promoverá o lançamento de “Tem cardume no meu aquário”, livro infantil inédito da escritora, poeta e jornalista baiana, grande homenageada da edição ao lado do artista plástico e gravador Calasans Neto.

Publicado pela Casa de Palavras, braço editorial da Fundação Casa de Jorge Amado, o livro reúne poemas inéditos escritos por Myriam Fraga especialmente para o universo infantil e chega ao público com ilustrações do artista visual Leo Dantas, designer da Fundação Casa de Jorge Amado e da Flipelô.

Dedicado a Marina, primeira bisneta de Myriam Fraga, “Tem cardume no meu aquário” transforma o afeto familiar em poesia. A publicação revela a capacidade da autora em dialogar com leitores de todas as idades.

O lançamento será realizado no dia 8 de agosto, às 10h30, na programação da Flipelô, com a presença de Léo Dantas e contação de histórias do Grupo Ciranda, convidando crianças e famílias a mergulharem no universo poético criado por Myriam Fraga.

A publicação também inspira um dos espaços mais aguardados da festa. Batizado de Espaço Infantil Mabel Velloso, em homenagem à escritora, educadora e referência da literatura infantojuvenil baiana, o ambiente terá como tema o mar, estabelecendo um diálogo direto com “Tem cardume no meu aquário”. A proposta é transformar a poesia de Myriam Fraga em uma experiência lúdica, sensorial e interativa, convidando crianças e suas famílias a navegar pelo universo da autora por meio da literatura, das brincadeiras e da imaginação.

Para Angela Fraga, presidente da Fundação Casa de Jorge Amado e filha da escritora, o lançamento possui um significado especial ao integrar justamente a edição da Flipelô que homenageia Myriam Fraga.

“Como presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, tenho a alegria de apresentar ao público mais uma obra que reafirma o compromisso da instituição com a valorização da literatura brasileira. Como filha de Myriam, este lançamento me emociona profundamente. Saber que esse livro, dedicado à sua primeira bisneta, Marina, chega ao público justamente no ano em que celebramos sua vida e sua obra na Flipelô é um presente para toda a nossa família e para os leitores. É uma forma de manter sua poesia viva, chegando às mãos de novas gerações”, afirma.

Responsável pelas ilustrações da obra, Leo Dantas destaca que o convite representa um marco em sua trajetória artística: “Ilustrar um livro inteiro com poemas inéditos de Myriam Fraga é uma das maiores emoções da minha carreira. A primeira capa de livro que ilustrei foi justamente ‘Memória de alegria’, de Myriam Fraga. Anos depois, receber a missão de dar forma ao universo poético de um livro inédito dela é um privilégio e uma enorme responsabilidade. Procurei construir imagens que conversassem com a delicadeza, a musicalidade e a imaginação presentes em seus poemas. Ver essas ilustrações ganharem vida também no Espaço Infantil Mabel Velloso torna esse trabalho ainda mais especial”.

Além das ilustrações do livro, Leo também assina a concepção visual do Espaço Infantil Mabel Velloso, inspirado na atmosfera marítima presente na obra.

O lançamento integra as ações da 10ª Flipelô em homenagem à escritora, cuja obra permanece como uma das mais expressivas da literatura contemporânea brasileira, convidando novas gerações de leitores a descobrir a força, a delicadeza e a permanência de sua poesia.

Realização
A Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) é apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Fundação Casa de Jorge Amado, com patrocínio da Motiva, por meio do Instituto Motiva, do Banco do Nordeste, do Itaú e do Sicoob, via Lei Federal de Incentivo à Cultura; da CAIXA, da Prefeitura Municipal de Salvador, por meio da Secult, e da Bahiagás. O evento conta ainda com o apoio do Shopping da Bahia, da ITS Brasil e da TV Pelourinho, além do apoio de mídia da Rede Bahia. A maior festa literária da Bahia é uma criação e realização da Fundação Casa de Jorge Amado, com correalização do Sesc e produção da Sole Produções.