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Edição Especial da Série Lunar na Flipelô 2026

O projeto “Série Lunar” inaugura a participação da Associação Bahiana de Imprensa (ABI) na Festa Literária do Pelourinho, a Flipelô, com uma edição especial na quinta-feira, 6/8, 19h, no Auditório Samuel Celestino (no oitavo andar do prédio da ABI), na Praça da Sé.

Com repertório variado, a “Série Lunar Especial Flipelô 2026” acontece com o duo “Arcoar”, formado por Geisiane Ramos (violino) e Kayandra Araújo (violão); o duo de violões “Araújo Reis” (Kayandra Araújo e Zezinho Reis) e apresentações de violão solo com Alexandre Adami, Zezinho Reis, Juan Portugal e Mateus Bacelar. Todos são alunos da Escola de Música da UFBA (Emus).

O programa a ser apresentado transita entre o universo da música erudita e popular, revelando personalidade musical por meio de um repertório que combina tradição e modernidade. O recital terá obras de compositores como Villa-Lobos, Joaquim Rodrigo, Agustin Barrios e Leo Brower, bem como chorinhos e obras autorais.

A “Série Lunar” une música, cultura e memória no Centro Histórico de Salvador. O projeto proporciona desde 2019 concertos com professores, servidores do corpo técnico-administrativo e alunos vinculados à Emus/UFBA. Desde 2024, a iniciativa conta com o apoio de empresas e instituições comprometidas com cultura e educação.

O evento é apoiado pela Associação Cultural Brasil-Estados Unidos (ACBEU), uma das entidades incentivadoras da “Série Lunar”.

Sobre os músicos
Geisiane Ramos é natural de Salvador. Bacharel em Violino pela UFBA, iniciou seus estudos em um projeto social de orquestra juvenil na periferia de Salvador. Fez parte do Neojibá e teve aulas com grandes músicos como Richard Young, Emanuelle Baldini, Markus Däunert, Ga Hyun Cho e Rüdiger Libermann. Também se dedica a ampliar as suas experiências com a música popular brasileira, tendo participado de projetos com artistas como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Claudia Leite, Armandinho, Xênia França e Lorenza Pozza.

Kayandra Araújo nasceu em Ipiaú (BA), em 1997, é licenciada em Música pela Universidade Católica do Salvador e bacharelanda em Violão Erudito pela Universidade Federal da Bahia, sob orientação do Prof. Dr. Mario Ulloa. Atualmente, integra a Orquestra de Violões da UFBA e o duo Araújo Reis. Recentemente, participou do XXI Festival Internacional de Música de Santa Catarina, na classe do violonista italiano Emanuele Segre.

Alexandre Adami é natural de Salvador, violonista e professor de violão. Iniciou seus estudos na música de forma autodidata através da guitarra elétrica e do piano. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Juan Machado Portugal é violonista graduando em Instrumento – Violão na Universidade Federal da Bahia, sendo orientado pelo Dr. Mário Ulloa. Atuando na área de pesquisa, foi bolsista de dois projetos de pesquisa, ambos com bolsa financiada pela UFBA e com orientação do Dr. Ricardo Camponogara de Mello – projetos que trouxeram experiências de edição e transcrição de partituras. Enquanto intérprete, Juan participou de masterclass em eventos internacionais e nacionais, e faz parte da Orquestra de Violões da UFBA, com a qual já se apresentou em festivais internacionais e gravou um single publicado nas plataformas digita

O violonista Mateus Bacelar é natural de Alagoinhas (BA) e iniciou seus estudos na música de forma autodidata. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Zezinho Reis é violonista, educador e arranjador. É doutorando em Educação Musical pela UFBA, mestre em Performance e bacharel em Violão Erudito na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa Ulloa, além de licenciado pela UCSAL. Aperfeiçoou-se com mestres como Turíbio Santos e Fábio Zanon. Com apresentações no Brasil e na Europa Central, atuou como solista, acompanhador e arranjador em diversas formações. Atualmente, é Coordenador do Núcleo de Cordas Dedilhadas do projeto NEOJIBA e Coach na Academy for Impact Through Music (AIM), focado em transformação social pela música.

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Projeto #CirculeUmLivro participa da Flipelô 2026

Pela terceira vez consecutiva, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) leva o projeto #CirculeUmLivro – fruto da parceria com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) – para a Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) que acontece de 6 a 9/8 no Centro Histórico de Salvador. O objetivo é promover a troca gratuita de livros, estimulando o conhecimento, a leitura e a consciência cidadã, além de incentivar a economia circular e a compreensão de que o papel é um material sustentável.

Em cada edição anterior da Flipelô, mais de 500 livros foram circulados de forma gratuita e este ano, novamente, o projeto estará no Espaço Sustentabilidade (Terreiro de Jesus) juntamente com os parceiros da Associação Bahiana de Imprensa, Via Cidadã e da startup Solos, participando de uma série de programações realizadas durante os quatro dias de evento.

De caráter permanente, o projeto conta com a parceria de diversas instituições para arrecadar e circular livros paradidáticos (veja abaixo os pontos fixos). A ideia é realizar a troca de exemplares de diversos gêneros para que as pessoas possam retirar um livro gratuitamente e que também deixem outro no lugar para o próximo em um dos pontos disponibilizados. Além disso, o projeto também é realizado em lugares públicos, como em shoppings, estações de metrô ou ônibus e praças.

“Mais de quinhentos livros foram circulados de forma gratuita na Flipelô 2024 e 2025 através do projeto #CirculeUmLivro e, diante desse resultado, estamos repetindo a parceria. Além disso, as organizações têm sido cobradas para gerar impacto socioambiental. A adição de práticas, como esta (entre outras) que implementamos na Flipelô, vem confluir com a certeza de que objetivamente estaremos incentivando a sustentabilidade e dando um passo importante para construir uma geração de indivíduos engajados com a preservação da natureza”, declarou Angela Fraga, diretora-executiva da Flipelô.

“O #CirculeUmLivro é um projeto que une cultura, sustentabilidade e conhecimento. O papel tem um ciclo de vida sustentável, desde sua produção a partir de árvores cultivadas até o pós-uso, sendo reciclável e biodegradável. Incentivar a circulação de livros fortalece essa cadeia, ao mesmo tempo que promove o hábito da leitura”, destaca Paulo Hartung, presidente da Ibá.

“Papel é artigo de primeira necessidade: usamos o dia inteiro, de diversas formas, e um dos usos mais importantes é o papel usado na produção de livros. É ali que gravamos e compartilhamos conhecimento. Uma ação como o #CirculeUmLivro que estimula a economia circular e divulga mais informações sobre o trabalho do setor florestal, vem em boa hora para que mais pessoas falem sobre sustentabilidade e conheçam esse segmento que é tão importante para a sociedade”, informa o diretor-executivo da ABAF, Wilson Andrade.

As florestas plantadas fazem parte do dia a dia das pessoas, fornecendo matéria-prima sustentável que dá origem a cerca de 5 mil produtos que utilizamos no cotidiano. “Os plantios florestais são feitos em áreas antropizadas, com zero desmatamento. Ao contrário, para cada hectare de produção, o setor preserva 0,7 hectare, contingente bem superior ao exigido pelo Código Florestal. Nossa meta é, para cada hectare plantado, nossas associadas manterem mais um hectare conservado. Esse é um número bastante expressivo para reforçar a mensagem de que somos um setor preocupado com o meio ambiente, com as pessoas e com o futuro. E, mais do que isso, somos parte da solução para um mundo mais sustentável”, declara o presidente da ABAF, Fernando Branco.

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Casa das Editoras Baianas transforma Solar Ferrão em vitrine da bibliodiversidade baiana na Flipelô 2026

Espaço oficial da 10ª Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho), a Casa das Editoras Baianas traz debates, lançamentos, autógrafos, slam e sarau

Quem deseja conhecer a riqueza da literatura produzida na Bahia terá um ponto de encontro imprescindível durante a Flipelô 2026. Entre os dias 6 e 9 de agosto, a Casa das Editoras Baianas ocupa a galeria do Solar Ferrão, no coração do Pelourinho, reunindo onze editoras independentes em um espaço dedicado aos livros, aos encontros e à bibliodiversidade. A programação completa pode ser consultada no site oficial da Flipelô.

A Casa consolida uma iniciativa coletiva que fortalece o mercado editorial baiano e aproxima leitores das pessoas que fazem os livros acontecerem. Participam desta edição as editoras Arpillera, Caramurê, Cogito, FutucaCuca, Mondrongo, Paralelo13S, P55, Segundo Selo, Solisluna, Usina de Textos e Villa Olívia, levando ao público um catálogo diverso que contempla poesia, romance, literatura infantil, ensaio, obras acadêmicas, narrativas contemporâneas e publicações voltadas para diferentes públicos e experiências de leitura.

Além da feira de livros, o espaço contará com uma programação gratuita que inclui mesas de debate sobre temas atuais do mercado editorial, lançamentos, sessões de autógrafos e encontros com autoras, autores e editoras. Entre os destaques estão as mesas literárias e o já tradicional Sarau Coletivo, reunindo poetas das editoras participantes em uma celebração que é um dos momentos mais aguardados pelo público.

A Casa das Editoras Baianas se tornou um ambiente de convivência entre os apreciadores de boas histórias, além de um espaço de comercialização de livros. Ali, é possível conhecer de perto quem produz literatura na Bahia, descobrir novos nomes, conversar sobre processos editoriais e encontrar obras que ampliam o repertório da literatura brasileira contemporânea.

Localizada na galeria do Solar Ferrão, compondo os espaços da Flipelô, a Casa convida o público a percorrer a diversidade da produção editorial independente baiana e a descobrir que a literatura feita no estado é plural, inventiva e está em constante movimento.

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Flipelô anuncia Ana Mametto no Palco Flipelô com o espetáculo “Saudação”

A cantora e escritora Ana Mametto é a mais nova atração confirmada na programação da 10ª Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô). A artista sobe ao Palco Flipelô no sábado, às 19h, com o espetáculo “Saudação”, um show que celebra a ancestralidade, a memória e as matrizes culturais que moldam a identidade brasileira.

A apresentação amplia o diálogo entre literatura e música, uma das marcas da Flipelô, que nesta edição comemorativa reúne escritores, artistas e pensadores em uma programação dedicada à celebração da cultura brasileira em suas múltiplas linguagens.

Para a presidente da Fundação Casa de Jorge Amado, Ângela Fraga, a presença de Ana Mametto fortalece esse encontro entre diferentes expressões artísticas.

“É com muita alegria que anunciamos a participação de Ana Mametto na programação da 10ª Flipelô. Sua presença representa um encontro entre a literatura e a música, duas expressões artísticas que dialogam profundamente com a identidade cultural da Bahia. O espetáculo Saudação celebra a ancestralidade, a memória e a força das nossas tradições, valores que também fazem parte da essência da Flipelô. Tenho certeza de que será um momento de grande emoção para o público, reforçando o compromisso da Fundação Casa de Jorge Amado em promover uma programação plural, sensível e conectada com a riqueza da nossa cultura.”

Idealizado por Ana Mametto, o espetáculo propõe uma experiência sensorial em que música, memória e identidade se entrelaçam. O repertório percorre referências fundamentais da cultura brasileira, homenageando Os Tincoãs, Dorival Caymmi, os Afro-Sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, além de Clara Nunes, em uma celebração da herança afro-brasileira.

“Saudação é um espetáculo que nasce do desejo de contar a nossa história. É um encontro com o nosso povo, com a memória dos nossos ancestrais e com as influências musicais que moldaram a minha trajetória como mulher e artista”, afirma Ana Mametto.

A artista destaca que participar da Flipelô possui um significado especial: “Estar na Flipelô tem um significado muito especial. É a oportunidade de compartilhar essa narrativa de forma sensorial, onde o público canta, dança, se emociona e, ao mesmo tempo, é convidado a refletir sobre a força das nossas raízes e da nossa identidade.”

Segundo Ana Mametto, a apresentação é também uma homenagem às referências que marcaram sua formação artística: “Os Tincoãs, Dorival Caymmi, os Afro-Sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, e Clara Nunes compõem a trilha sonora dessa construção de memórias, que celebra a herança cultural que nos atravessa e nos fortalece.”

Feliz com o convite, a cantora conclui: “Estou profundamente feliz e emocionada por dividir esse sonho e essa magia com o público da Flipelô. Axé! E Saudação à nossa ancestralidade.”