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Música e solidariedade se unem em concerto do Coral Ecumênico da Bahia na Flipelô

Com a proposta de promover o encontro entre diferentes crenças e culturas através da música, o Coral Ecumênico da Bahia (CEB) se apresenta no dia 8 de agosto, às 18h, na Igreja do Rosário dos Homens Pretos, durante a Festa Literária Internacional do Pelourinho – FLIPELÔ. Sob a regência do maestro Angelo Rafael Fonseca, acompanhado pelo pianista Bruno Nunesmaia, o coral apresentará um repertório que celebra a diversidade cultural e de estilos brasileiros e universais. A entrada é gratuita, mas o público é convidado a contribuir com a doação de alimentos não perecíveis e produtos de higiene pessoal. Todo o material arrecadado será destinado à Instituição de Caridade Lar Frei Lucas de Moraes, entidade que acolhe idosos carentes com deficiência, acima de 60 anos, em regime de semi-internato e em situação de vulnerabilidade social, em Salvador.

“Nosso objetivo com este concerto é unir música, solidariedade e acolhimento. Cantar na FLIPELÔ, um espaço tão simbólico da cultura baiana, e poder contribuir com o Lar Frei Lucas dá ainda mais sentido à nossa arte”, destaca o maestro, diretor artístico do CEB. Para a instituição beneficiada, a iniciativa chega em momento importante. “A doação de itens de higiene faz uma diferença enorme no nosso dia a dia. Cada produto recebido representa cuidado, dignidade e carinho para os nossos idosos. Ser lembrado por um grupo como o Coral Ecumênico da Bahia nos enche de gratidão”, afirma Frei Florisvaldo Santos, fundador do Lar Frei Lucas de Moraes.

Um dos destaques da apresentação será a estreia de dois novos arranjos assinados por Hélder Leite: “Arrastão”, de Edu Lobo e Vinicius de Moraes, e “Ave Maria”, de Heitor Villa-Lobos. As versões foram especialmente concebidas para a formação do coral e prometem emocionar o público. Fundado em 2013 pelo pastor Djalma Torres e pelo maestro Angelo Rafael Fonseca, o Coral Ecumênico da Bahia reúne atualmente 52 integrantes voluntários, entre religiosos e não religiosos. Seu repertório contempla obras inspiradas em tradições africanas, católicas, evangélicas, hinduístas, judaicas e de outras matrizes culturais, reafirmando o compromisso do grupo com a promoção da diversidade, da cultura e dos direitos humanos.

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Edição Especial da Série Lunar na Flipelô 2026

O projeto “Série Lunar” inaugura a participação da Associação Bahiana de Imprensa (ABI) na Festa Literária do Pelourinho, a Flipelô, com uma edição especial na quinta-feira, 6/8, 19h, no Auditório Samuel Celestino (no oitavo andar do prédio da ABI), na Praça da Sé.

Com repertório variado, a “Série Lunar Especial Flipelô 2026” acontece com o duo “Arcoar”, formado por Geisiane Ramos (violino) e Kayandra Araújo (violão); o duo de violões “Araújo Reis” (Kayandra Araújo e Zezinho Reis) e apresentações de violão solo com Alexandre Adami, Zezinho Reis, Juan Portugal e Mateus Bacelar. Todos são alunos da Escola de Música da UFBA (Emus).

O programa a ser apresentado transita entre o universo da música erudita e popular, revelando personalidade musical por meio de um repertório que combina tradição e modernidade. O recital terá obras de compositores como Villa-Lobos, Joaquim Rodrigo, Agustin Barrios e Leo Brower, bem como chorinhos e obras autorais.

A “Série Lunar” une música, cultura e memória no Centro Histórico de Salvador. O projeto proporciona desde 2019 concertos com professores, servidores do corpo técnico-administrativo e alunos vinculados à Emus/UFBA. Desde 2024, a iniciativa conta com o apoio de empresas e instituições comprometidas com cultura e educação.

O evento é apoiado pela Associação Cultural Brasil-Estados Unidos (ACBEU), uma das entidades incentivadoras da “Série Lunar”.

Sobre os músicos
Geisiane Ramos é natural de Salvador. Bacharel em Violino pela UFBA, iniciou seus estudos em um projeto social de orquestra juvenil na periferia de Salvador. Fez parte do Neojibá e teve aulas com grandes músicos como Richard Young, Emanuelle Baldini, Markus Däunert, Ga Hyun Cho e Rüdiger Libermann. Também se dedica a ampliar as suas experiências com a música popular brasileira, tendo participado de projetos com artistas como Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Claudia Leite, Armandinho, Xênia França e Lorenza Pozza.

Kayandra Araújo nasceu em Ipiaú (BA), em 1997, é licenciada em Música pela Universidade Católica do Salvador e bacharelanda em Violão Erudito pela Universidade Federal da Bahia, sob orientação do Prof. Dr. Mario Ulloa. Atualmente, integra a Orquestra de Violões da UFBA e o duo Araújo Reis. Recentemente, participou do XXI Festival Internacional de Música de Santa Catarina, na classe do violonista italiano Emanuele Segre.

Alexandre Adami é natural de Salvador, violonista e professor de violão. Iniciou seus estudos na música de forma autodidata através da guitarra elétrica e do piano. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Juan Machado Portugal é violonista graduando em Instrumento – Violão na Universidade Federal da Bahia, sendo orientado pelo Dr. Mário Ulloa. Atuando na área de pesquisa, foi bolsista de dois projetos de pesquisa, ambos com bolsa financiada pela UFBA e com orientação do Dr. Ricardo Camponogara de Mello – projetos que trouxeram experiências de edição e transcrição de partituras. Enquanto intérprete, Juan participou de masterclass em eventos internacionais e nacionais, e faz parte da Orquestra de Violões da UFBA, com a qual já se apresentou em festivais internacionais e gravou um single publicado nas plataformas digita

O violonista Mateus Bacelar é natural de Alagoinhas (BA) e iniciou seus estudos na música de forma autodidata. Atualmente cursa o Bacharelado com Habilitação em Violão pela Emus/UFBA na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa.

Zezinho Reis é violonista, educador e arranjador. É doutorando em Educação Musical pela UFBA, mestre em Performance e bacharel em Violão Erudito na classe do Prof. Dr. Mário Ulloa Ulloa, além de licenciado pela UCSAL. Aperfeiçoou-se com mestres como Turíbio Santos e Fábio Zanon. Com apresentações no Brasil e na Europa Central, atuou como solista, acompanhador e arranjador em diversas formações. Atualmente, é Coordenador do Núcleo de Cordas Dedilhadas do projeto NEOJIBA e Coach na Academy for Impact Through Music (AIM), focado em transformação social pela música.

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Projeto #CirculeUmLivro participa da Flipelô 2026

Pela terceira vez consecutiva, a Associação Baiana das Empresas de Base Florestal (ABAF) leva o projeto #CirculeUmLivro – fruto da parceria com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) – para a Festa Literária Internacional do Pelourinho (Flipelô) que acontece de 6 a 9/8 no Centro Histórico de Salvador. O objetivo é promover a troca gratuita de livros, estimulando o conhecimento, a leitura e a consciência cidadã, além de incentivar a economia circular e a compreensão de que o papel é um material sustentável.

Em cada edição anterior da Flipelô, mais de 500 livros foram circulados de forma gratuita e este ano, novamente, o projeto estará no Espaço Sustentabilidade (Terreiro de Jesus) juntamente com os parceiros da Associação Bahiana de Imprensa, Via Cidadã e da startup Solos, participando de uma série de programações realizadas durante os quatro dias de evento.

De caráter permanente, o projeto conta com a parceria de diversas instituições para arrecadar e circular livros paradidáticos (veja abaixo os pontos fixos). A ideia é realizar a troca de exemplares de diversos gêneros para que as pessoas possam retirar um livro gratuitamente e que também deixem outro no lugar para o próximo em um dos pontos disponibilizados. Além disso, o projeto também é realizado em lugares públicos, como em shoppings, estações de metrô ou ônibus e praças.

“Mais de quinhentos livros foram circulados de forma gratuita na Flipelô 2024 e 2025 através do projeto #CirculeUmLivro e, diante desse resultado, estamos repetindo a parceria. Além disso, as organizações têm sido cobradas para gerar impacto socioambiental. A adição de práticas, como esta (entre outras) que implementamos na Flipelô, vem confluir com a certeza de que objetivamente estaremos incentivando a sustentabilidade e dando um passo importante para construir uma geração de indivíduos engajados com a preservação da natureza”, declarou Angela Fraga, diretora-executiva da Flipelô.

“O #CirculeUmLivro é um projeto que une cultura, sustentabilidade e conhecimento. O papel tem um ciclo de vida sustentável, desde sua produção a partir de árvores cultivadas até o pós-uso, sendo reciclável e biodegradável. Incentivar a circulação de livros fortalece essa cadeia, ao mesmo tempo que promove o hábito da leitura”, destaca Paulo Hartung, presidente da Ibá.

“Papel é artigo de primeira necessidade: usamos o dia inteiro, de diversas formas, e um dos usos mais importantes é o papel usado na produção de livros. É ali que gravamos e compartilhamos conhecimento. Uma ação como o #CirculeUmLivro que estimula a economia circular e divulga mais informações sobre o trabalho do setor florestal, vem em boa hora para que mais pessoas falem sobre sustentabilidade e conheçam esse segmento que é tão importante para a sociedade”, informa o diretor-executivo da ABAF, Wilson Andrade.

As florestas plantadas fazem parte do dia a dia das pessoas, fornecendo matéria-prima sustentável que dá origem a cerca de 5 mil produtos que utilizamos no cotidiano. “Os plantios florestais são feitos em áreas antropizadas, com zero desmatamento. Ao contrário, para cada hectare de produção, o setor preserva 0,7 hectare, contingente bem superior ao exigido pelo Código Florestal. Nossa meta é, para cada hectare plantado, nossas associadas manterem mais um hectare conservado. Esse é um número bastante expressivo para reforçar a mensagem de que somos um setor preocupado com o meio ambiente, com as pessoas e com o futuro. E, mais do que isso, somos parte da solução para um mundo mais sustentável”, declara o presidente da ABAF, Fernando Branco.