Espaço oficial da 10ª Flipelô (Festa Literária Internacional do Pelourinho), a Casa das Editoras Baianas traz debates, lançamentos, autógrafos, slam e sarau
Quem deseja conhecer a riqueza da literatura produzida na Bahia terá um ponto de encontro imprescindível durante a Flipelô 2026. Entre os dias 6 e 9 de agosto, a Casa das Editoras Baianas ocupa a galeria do Solar Ferrão, no coração do Pelourinho, reunindo onze editoras independentes em um espaço dedicado aos livros, aos encontros e à bibliodiversidade. A programação completa pode ser consultada no site oficial da Flipelô.
A Casa consolida uma iniciativa coletiva que fortalece o mercado editorial baiano e aproxima leitores das pessoas que fazem os livros acontecerem. Participam desta edição as editoras Arpillera, Caramurê, Cogito, FutucaCuca, Mondrongo, Paralelo13S, P55, Segundo Selo, Solisluna, Usina de Textos e Villa Olívia, levando ao público um catálogo diverso que contempla poesia, romance, literatura infantil, ensaio, obras acadêmicas, narrativas contemporâneas e publicações voltadas para diferentes públicos e experiências de leitura.
Além da feira de livros, o espaço contará com uma programação gratuita que inclui mesas de debate sobre temas atuais do mercado editorial, lançamentos, sessões de autógrafos e encontros com autoras, autores e editoras. Entre os destaques estão as mesas literárias e o já tradicional Sarau Coletivo, reunindo poetas das editoras participantes em uma celebração que é um dos momentos mais aguardados pelo público.
A Casa das Editoras Baianas se tornou um ambiente de convivência entre os apreciadores de boas histórias, além de um espaço de comercialização de livros. Ali, é possível conhecer de perto quem produz literatura na Bahia, descobrir novos nomes, conversar sobre processos editoriais e encontrar obras que ampliam o repertório da literatura brasileira contemporânea.
Localizada na galeria do Solar Ferrão, compondo os espaços da Flipelô, a Casa convida o público a percorrer a diversidade da produção editorial independente baiana e a descobrir que a literatura feita no estado é plural, inventiva e está em constante movimento.