Multiartista, pesquisadora e comunicadora baiana. Seu trabalho articula humor e crítica social em uma estética própria sob o conceito “Tropical Darkzera”. Sua produção representa a Bahia, o Nordeste, o Brasil e a américa latina como o tropical não-óbvio e nasce das influências da infância — xilogravuras, quadrinhos, animes de TV aberta, da arte popular como artesanatos, muros de escola, festas religiosas, placas de comércio das ruas de Salvador e do interior da Bahia. Defensora do peba e do armengue como tecnologias, sua prática questiona os padrões de “bonito” e “feio” e quem pode produzir arte. Com seu estilo gráfico marcante, sua atuação atravessa ilustração, tatuagem, animação e conteúdo digital, como o curta de animação “Tropical Darkzera” (2024), premiado pelo festival dSSAMapping (2024), e a ilustração de capa e miolo da edição comemorativa de “O Alienista”, de Machado de Assis. Artista nômade, circula pelo Brasil e pelo mundo com suas diversas linguagens de trabalho, tendo sua arte reconhecida dentro e fora do país. Como comunicadora, cria conteúdos sobre arte e cultura para a internet, aproximando públicos diversos das artes e pautas sociais.