Transmissão ao Vivo

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FLIPELÔ 2021

17/11 - Quarta-Feira

A Flipelô apresenta “Graciliano Ramos e Jorge Amado: uma história de amizade e admiração”

A professora e pesquisadora Elizabeth Ramos, neta do escritor homenageado Graciliano Ramos, conversa com o ator, diretor e professor baiano Harildo Deda sobre caminhos de encontro, através da literatura, da vida, dos afetos, entre o Velho Graça e o sempre presente Jorge Amado. Nesse Encontro, Elizabeth Ramos compartilhará peculiaridades da amizade desses escritores, incluindo o dia em que Jorge conheceu Graciliano… “Amado encontrou o Velho Graça num bar onde tomava café preto em xícara grande, cercado pelos intelectuais da terra. Era o centro da roda: “o chapéu palheta, a bengala, o cigarro, face magra, sóbrio de gestos. Parecia seco e difícil, diziam-no pessimista; era terno e solidário, acreditava no homem e no futuro.” (AMADO, Jorge. “O dia em que conheci Graciliano”. Status, nov. 1978). Muitas outras preciosidades compõem este documentário.

A Flipelô promove a apresentação musical “A cidade dos poetas”, com Jau (BA).

A apresentação musical A cidade dos poetas traz um repertório especialmente escolhido por Jau para a FLIPELÔ, constando de músicas inéditas, de outros compositores e releituras de muitos dos seus sucessos.

18/11 - Quinta-Feira

A Flipelô apresenta o espetáculo “Vidas Secas”, com a Cia Caravan Maschera.

O clássico “Vidas Secas”, do escritor Graciliano Ramos pelas mãos da Companhia teatral Caravan Maschera ganhou uma versão inusitada e surpreendente. Recriada com marionetes e máscaras inspiradas nas obras de Cândido Portinari e nas fotografias de Sebastião Salgado, a fuga de Fabiano e sua família da seca no Nordeste do país é uma releitura inovadora que se utiliza de uma trilha inspirada na música contemporânea de John Cage, iluminação cênica e diversos tipos de manipulação como luva, manipulação direta, boneco habitável, máscaras e marionetes para criar verdadeiros quadros em movimento. 

A Flipelô apresenta o bate-papo “Árvore da poesia e os frutos da Língua Portuguesa”

O artista angolano Victor Gama, dentre outras atividades, dedica-se à carreira de músico e designer de instrumentos musicais inovadores, sendo autor da Escultura Sonora “Poet Tree”, a Árvore da Poesia, uma estrutura em alumínio permanente em forma de árvore, cujas copas e folhas são constituídas por címbalos. A obra artística possibilita ainda interação com smartphones, que dá acesso a poetas e poetisas contemporâneos do espaço da Lusofonia, cada um associado a um dos 60 címbalos de sua copa. Na conversa com o poeta alagoano, radicado na Bahia, José Inácio Vieira de Melo, a poesia estará em pauta, conjugada às lusofonias possíveis nesse encontro entre a música, a literatura e tantos sentidos.

A Flipelô apresenta “Graciliano Ramos: duas falas”

Cosme Rogério Ferreira e Jorge de Souza Araújo fazem abordagens distintas sobre Graciliano Ramos. Enquanto Cosme Rogério fala da influência de Graciliano na formação da Geração de Trinta, Jorge de Souza faz uma abordagem do esteta Mestre Graça, seja do escritor conciso, que diz tudo “com as mesmas vinte palavras”, seja do analista sóbrio que está em “busca do essencial no depoimento humano”.

A Flipelô apresenta o espetáculo “Koanza”

Koanza é o primeiro papel feminino vivido pelo ator e humorista Sulivã Bispo. Apresentando-se como uma senhora elegante e sofisticada, Koanza discute questões como intolerância religiosa, machismo, homofobia e o genocídio da população negra, sempre com um toque consciente ou jocoso. Segundo Sulivã, “interpretar Koanza faz parte da minha missão enquanto artista”. Ele também conta que em muitos momentos a sua história de vida se entrelaça com os arquétipos revolucionários do persona e, através de textos, trejeitos, contos bem humorados e simbologias estéticas, a importância da conscientização racial por meio da linguagem humorística tem se mostrado cada vez mais potente e necessária. Atualmente, ele soma cerca de quatrocentas mil visualizações em vídeos curtos da personagem em seu Instagram.

A Flipelô apresenta o Terreiro de poesias: a Vozedita “Noite do Norte”

A literatura ultrapassa territórios, contudo, é essencial destacar representatividades, identidades e protagonismos, em diferentes direções. Nesse diálogo, encontram-se linguagens e expressões artísticas amazônicas, simbologias e memórias.

A Flipelô apresenta o Terreiro de poesias: a Vozedita “Novas baianidades poéticas”

A literatura baiana em evidência, pelo olhar de três jovens escritores cujas territorialidades se conjugam e também distanciam nas singularidades de cada perfil literário presente nessa mesa que representa, provoca, fortalece as baianidades poéticas.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Por uma outra História do Brasil!”

O escritor, professor, conferencista e terapeuta paulista, Kaká Werá Jecupé, autor de A Terra dos Mil Povos: história indígena do Brasil contada por um índio, Tupã Tenondé, O Trovão e o Vento ressignifica a história do Brasil, a partir de um olhar indígena, ancestral, de outras memórias, revisitando testemunhos, revisando fatos. A conversa contará com a mediação de Daniel Farias.

A Flipelô apresenta a roda de conversa “Histórias do Metrô Bahia”

Camila Moreira (CCR- Metrô Bahia) comanda a roda de conversa com Angela Fraga (FLIPELÔ) e Niltim Lopes (CIPO – Comunicação Interativa). Na pauta a importância de empresas como a CCR apoiarem ações e eventos culturais, quando Angela fala da relação do Instituto CCR / CCR Metrô Bahia com a Fundação Casa de Jorge Amado que (já vem desde o ano de 2017) e Niltim discorre sobre o projeto Contando Histórias do Metrô Bahia.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Literatura à risca? quadrinhos, ilustrações e (re)leituras”

A quadrinista e ilustradora soteropolitana Lila Cruz divide a mesa com o colega de profissão Jefferson Costa e mostram que a literatura vai muito além da palavra escrita. A partir de diferentes olhares, inspirações, processos criativos, abordarão o universo dos quadrinhos e das ilustrações. É Literatura que risca e arrisca!

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Sertão revisitado: Bacurau além das telas e páginas”

O diretor, produtor e roteirista pernambucano Kleber Mendonça Filho conversará, na Flipelô, sobre o sertão e alguns olhares possíveis, a partir de seu festejado e premiado filme Bacurau, que integra a obra escrita “Três roteiros: O som ao redor, Aquarius, Bacurau”.

A Flipelô apresenta o espetáculo “Graciliano um brasileiro alagoano: memórias de Heloisa”

O grupo formado pelos atores alagoanos Chico de Assis e Paulo Poeta decidiu remontar do espetáculo “Graciliano um brasileiro alagoano” a partir das cartas enviadas por Graciliano à Heloisa Ramos, sua segunda esposa, surgindo assim o espetáculo “Graciliano um brasileiro alagoano – Memoria de Heloisa” que propõe um diálogo permanente entre as cartas, trechos de romances e momentos da vida do escritor. Buscando dar uma leitura de estética mais contemporânea ao espetáculo, o grupo convida um encenador Marco Antonio de Campos da Invisível Cia de Teatro de Alagoas, e, juntos propõe que o espetáculo traga a cena projeções de trechos dos premiados filmes dos cineastas Nelson Pereira dos Santos (Vidas Secas de 1963 que vencedor dos prêmios “Catholique International du Cinema” e “Ciudad de Valladolid” (Espanha) e Memórias do Cárcere de 1983), e Leon Hirszman (São Bernardo de 1980) baseados na obra de Graciliano possibilitando ao público viver a força do Mestre Graça nas diversas linguagens artística presentes no espetáculo. Com este espetáculo o grupo espera contribuir para a divulgação da obra desse escritor que é, sem dúvida, um dos maiores escritores do Brasil e da língua portuguesa.

19/11 - Sexta-Feira

A Flipelô promove a apresentação musical “A história da música na Bahia com Paulinho Boca de Cantor”

Paulinho Boca de Cantor cantará História da Música na Bahia, um show emblemático que fará um passeio pela musicalidade baiana desde as origens dos primeiros sambas e que apresenta os compositores que ajudaram a construir a nossa musicalidade.

A Flipelô apresenta o Terreiro de poesias: a Vozedita “Viventes das Alagoas”

A literatura alagoana ocupa a Flipelô, para além de Graciliano Ramos, nosso escritor homenageado. Vivam as Alagoas! Vivam as poesias e suas interfaces, aqui celebradas pelas presenças dos escritores e poetas alagoanos Chico de Assis, Marta Eugenia de Oliveira e Milton Rosendo.

A Flipelô apresenta o sarau “Flipelô rima com Bl4ck e convidados”

MC Bl4ck, vencedor de um dos maiores eventos de rap e competição de improviso do mundo, Red Bull FrancaMente – Brasil, convida artistas super talentosos, dentre eles, alguns também finalistas desse campeonato, para uma batalha de rimas na Flipelô, criando a atmosfera de uma arena de versos ritmados, protagonizados por jovens com seus sonhos, suas ideias e criações literárias, colocando a poesia na roda do universo hip-hop e toda sua potência.

A Flipelô apresenta o Terreiro de poesias: a Vozedita “As vinte palavras das Vidas Secas”

De alagoano para alagoano, neste encontro, encontram-se geografias, poesias e referências literárias. Mais um momento de homenagear Graciliano Ramos poética e afetivamente, por meio de vozes literárias conterrâneas. As vinte, e muito mais palavras, das Vidas Secas.

A Flipelô apresenta o espetáculo musical “Pedaço do mundo inteiro”

O espetáculo “Pedaço do mundo inteiro” tenta ser uma ponte, ou melhor, tenta revelar uma ponte que acredita existir, entre a poesia da sua terra, São José do Egito, e a de todo e qualquer outro lugar onde ela se revele. Apesar de trazer como base estética os estilos e a matriz criadora do repente, da cantoria de viola, do cordel, manifestações essencialmente ligadas ao Nordeste, os integrantes do espetáculo não fecham portas nem estabelecem fronteiras. Acreditam que um repentista é habitado pela mesma força criadora de um Drummond, de um Fernando Pessoa ou de um Tolstoi. As diferenças são apenas geopolíticas. Por isso, o show sai de um côco para um reggae, de uma balada para um afoxé, de um baião para um rock, de Manuel Bandeira para Manuel Xudú, sem precisar de nenhuma recontextualização. Ou seja, é um espetáculo de músicas e poesias que enquanto falam das lembranças e referências do grupo, de amor, da natureza, do viver poético, de luta e de paz, querem na verdade falar da própria arte e da força que ela tem na aproximação das pessoas e no fazer do bem. A poesia é uma ponte entre todos que só leva e traz o que vale a pena. É isto que este espetáculo quer dizer e já está registrado no CD Em canto e poesia (2014) e no DVD Canção do tempo (2017).

A Flipelô apresenta a mesa de debates “A poesia feminina das Américas”

São muitas as Américas e suas poesias femininas, expandindo-se qualquer suposição que torne singular identidades tão plurais e diversas. Uma mesa constituída por escritoras cujas intensidades se derramam nas páginas, linhas, nos versos potentes de seus escritos.

A Flipelô apresenta “A atualidade do Brasil Colônia”

O premiado e consagrado escritor baiano Itamar Vieira Jr. possui como marca de sua escrita literária a denúncia social, atribuindo destaque às injustiças, aos apagamentos, às violências que atravessam corpos, sujeitos afro-brasileiros e memórias de outros tempos reiteradas. A conversa com o poeta José Inácio renderá como é de se esperar, desdobramentos para essas narrativas.

A Flipelô apresenta a roda de conversa “Tramas, inspirações e conceito”

Os objetos sobre o corpo ou sobre o chão de uma casa dizem tanto quanto as palavras sobre uma página de livro? A elaboração de tecidos ou estruturas móveis atravessa expressões artísticas, encontra referências, constrói e desconstrói espaços e suas identidades. É sobre tudo isso e muito mais a conversa entre a artista plástica e designer Goya Lopes e o arquiteto e designer Pedro Franco.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Dos afetos literários”

Dois potentes nomes da literatura contemporânea Amara Moira (SP) e Ryane Leão (MT) dialogam sobre a literatura como espaço de afetos, emoções, sentidos. São vozes que se encontram em outras vozes, palavras que se entrelaçam a tantas histórias.

A Flipelô apresenta o espetáculo infantil “O dia em que a Morte sambou”

O espetáculo infantojuvenil “O dia em que a morte sambou” é uma adaptação do livro homônimo, de autoria dos escritores Habib Zahra e Valeria Rey Soto, que fala da morte sem entristecê-la, sem fatalizá-la, com música e dança. Encenada por bonecos de sombras e conta com trilha sonora ao vivo, é inspirada em vivencias dos autores com os brincantes de Maracatu Rural e Cavalo Marinho.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “O poder que empodera: literatura e antirracismo”

A escritora paulista Geni Guimarães (SP) e o escritor carioca Otávio Jr. já venceram o Prêmio Jabuti, possuem um imenso alcance, através de suas publicações literárias e para além delas. Desenvolvem projetos sociais que atuam diretamente no fortalecimento e empoderamento da juventude preta. A palavra e a vez são de um dos maiores nomes da literatura afro-brasileira, a premiada escritora Geni Guimarães, também professora e ficcionista, e do escritor, criador da primeira biblioteca nas favelas do Complexo do Alemão e do Complexo da Penha, o Livreiro do Alemão, Otávio Jr.

20/11 - Sábado

A Flipelô apresenta o bate-papo “Ping pong literário na Bibliometrô”

Ping-pong literário? Sim, teremos! A literatura nas redes sociais vem alcançado mais espaços, e com isso, jovens e crianças se aproximam cada vez mais do mundo literário digital. Rafahel Ramos (@eurafahramos) bate um papo com Luiza Meirelles (@luizam3m) e Adriel Bispo (@livrosdodrii) sobre livros, incentivo a literatura e claro, sobre a FLIPELÔ.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Grafismos insurgentes: narrativas fora do papel”

A escrita está além da folha em branco, da página do livro. Ela pode estar nos muros, nos corpos, em telas, nos mais diversos suportes. Na pauta da conversa: grafias artísticas, grafismos, ilustrações, criação de conteúdos e muito mais. A mediação ficará por conta de Iuri Barreto, criador do @soteropobretano.

Flipelô apresenta a mesa de debates “Vozes de África: caminhos da literatura da África lusófona”

Áfricas que se encontram em versos, embalados pelas singularidades de territórios e identidades distintas. Lopito Feijó, poeta angolano, vai ao encontro de Hirondina Joshua, destaque da nova geração de escritores moçambicanos, para um diálogo intercontinental, cujos laços e memórias são seculares, mediado pela sensibilidade literária de José Inácio Vieira de Melo.

A Flipelô apresenta “A arte de fazer crônica”

O agora que se eterniza, as poéticas do khrónos, o tempo literário, a crônica em evidência. Dois experientes e ilustres escritores se unem para falar desse gênero literário que atravessa a história literária.

A Flipelô apresenta a mesa de debates “Ainda é preciso aquilombar-se”

No debate, a atualidade da necessidade histórica do aquilombamento como um chamado para a reconexão com ancestralidade e pela busca de viver melhor o presente, construindo com força e esperança um futuro mais justo.

A Flipelô apresenta o espetáculo cênico “Recital Vozes Negras”.

Utilizar a poesia e a rica produção literária de escritoras e escritores, para falar de amor, resistência e afirmação, é a proposta do Recital Vozes Negras que valoriza o poder da mulher e as escritas femininas, na voz e na performance dos artistas Luciana Sousa, Denise Correia, Fábio Santana, e do violonista Maurício Lourenço. Tendo ainda como convidado, o cantor e compositor Dão. Por meio de textos que abordam os sentimentos femininos, a reivindicação pela igualdade de direitos e as reflexões sobre o corpo e suas próprias decisões, o recital faz ecoar a histórica luta das mulheres por respeito e autonomia. Entre as escritoras negras destacadas estão, Lívia Natália, Urânia Munzanzu, entre outras mulheres deste país que, em suas obras, revelam as sutilezas do machismo, do racismo e da opressão contra as subjetividades femininas. São textos que falam de amor, de encontros, de resistências e de caminhos de superação.

A Flipelô apresenta o Terreiro de poesias: a Vozedita “Poesia dos Brasis”

São tantos Brasis, tantas poéticas e narrativas. Neste encontro de diferentes regiões, deste país com dimensões continentais, reúnem-se as diversidades, raízes plurais, sentidos múltiplos de pertencer a esta terra cujos símbolos merecem ressignificação plena, a partir dos olhares sensíveis que aqui se conectam.

A Flipelô apresenta o sarau “Dando corda ao Cordel”

Aqui tem muito verso de respeito. Tem poesia do povo e para o povo, baiano, nordestino, brasileiro, com métrica, rima e tudo que se tem direito. Tem cordel, que é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Tem Maviael Melo, Antônio Barreto e Sueli Valeriano fazendo cordel ligeiro.

21/11 - Domingo

A Flipelô apresenta a roda de conversa “Por uma literatura sem amarras”

Em um bate papo descontraído os autores vão abordar a literatura como forma de propiciar a aceitação de uma nova visão social e um novo modo de lidar com a diversidade das relações no mundo moderno.

A Flipelô apresenta o espetáculo infantojuvenil “O jabuti e a sabedoria do mundo”

O espetáculo infantojuvenil “O jabuti e a sabedoria do mundo” traz para o palco um quinteto de jabutis-griôs-brasileiros que se reúnem aos fins de tarde na sombra do pé de Irôko, árvore sagrada, para contarem histórias de África, lendas passadas de geração em geração, vividas por seus antepassados em um tempo antes do nosso, um tempo ancestral. Assim, retomam a tradição griô, sábios africanos contadores de histórias, para narrar três fábulas. O espetáculo mistura tradição e contemporaneidade, somando toques tradicionais a elementos da música contemporânea afro-diásporica, búzios e palha da costa as tendências da moda. No palco, cinco atores se revezam interpretando os jabutis griôs, contadores de histórias e as personagens dessas mágicas e engenhosas histórias – avô, avó, bisavô e tataravô, feiticeira, caçador serpente, orixás. Os jabutis refletem características e ações humanas. As histórias contadas nos deixam uma reflexão quanto a nossa conduta e comportamento em sociedade, provocando o público a se questionar acerca do racismo, da intolerância religiosa e o legado do povo africano no Brasil, bem como do vocabulário e da comida.

A Flipelô apresenta o espetáculo infantil “Zaizá e a história do tear”

O espetáculo Zaizá e a História do Tear, por Sá Binidita, boneca criada pelo artista André Mello, manipulada e pela Griô aprendiz e contadora de histórias, Rosa Griô, possui um repertório poético e musical que trata sobre a arte como cura, a ancestralidade e as tramas, que como em um tear, linhas e pontos, enredos e caminhos, formam o tecido da realidade.

A Flipelô apresenta o bate-papo “O menino Graciliano”

As famílias Ramos e Amado conversam sobre afetos nascidos há 88 anos. Depois de desembarcar em um porto no Rio São Francisco, em Alagoas, um jovem Jorge Amado de 21 anos chegava mais perto de conhecer aquele que, sem querer, o levou a embarcar nessa viagem tão longa: o alagoano Graciliano Ramos, que ainda não era oficialmente escritor mas, para Jorge, após ler os originais de Caetés, já prometia se tornar um dos melhores. E foi ali, numa mesa de jantar cheia de quitutes e conversas sobre literatura, política e o futuro do Brasil, que começou a amizade entre os artistas – ou melhor, uma nova família, como diz uma das netas de Graciliano, a professora, pesquisadora e tradutora Elizabeth Ramos. (Fonte: Jornal A Tarde)

A Flipelô apresenta o espetáculo cênico musical “Crianceiras Manoel de Barros”.

O musical “Crianceiras Manoel de Barros” reúne poesia, música, imagem, ação e movimento em uma encenação delicada e bela, concebida por artistas criadores comprometidos com a arte contemporânea feita para crianças. A encenação apresenta a poesia interagindo com linguagens múltiplas, como as iluminuras da artista Martha Barros, filha do poeta Manoel de Barros, que ganham vida no cinema de animação e contracenam com os músicos, atores e bonecos, ilustrando a linguagem poética na cena. Apesar de ser destinado a crianças, o espetáculo agrada a todas as idades; todos se rendem com entusiasmo ao humor, as brincadeiras com as palavras e a profundidade de Manoel de Barros. Sua poesia propicia uma leitura lúdica da relação entre o homem e a natureza, provoca sensações, constrói imagens com a linguagem, alterando ou intensificando o significado das palavras e fazendo-as plenas de sentido.

A Flipelô apresenta o bate-papo ” Falando Baianês”

A Flipelô apresenta o espetáculo musical “Banda Agentes do Metrô”

A Flipelô apresenta a mesa de debates “A arte que vibra nas periferias”

Em formato bate papo os convidados falam de cultura e desenvolvimento, particularmente no que se refere a poesia e a música que brotam nas periferias das grandes cidades, avaliando também o impacto das novas tecnologias digitais e da internet na produção e no consumo da cultura.